iHola a Todos!
Com a devida licença que não pedi ao Humberto Gessinger..entro no mundo do blog com esse nome "Várias Variáveis" justamente pq a idéia é comentar e compartilhar com vcs os assuntos mais interessantes do dia a dia na capital do Ceará, na América Latina e no Mundo tbm (pq não?!)
iMucho gusto y hasta siempre!
iMucho gusto y hasta siempre!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Por Luiz Fernando Veríssimo
BIG BROTHER BRASIL
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós.. , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
Publicado por: Regis Tadeu, especial para o Yahoo!, em 26/01/2011
Minha noite perdida com o Big Brother Brasil
Publicado por: Regis Tadeu, especial para o Yahoo!, em 26/01/2011 - 14h54
Publicado por: Regis Tadeu, especial para o Yahoo!, em 26/01/2011 - 14h54
“Se você não fizer isto, vamos trancá-lo em uma sala aqui no prédio e você será obrigado a ouvir todos os discos do Julio Iglesias ininterruptamente durante 90 dias, e alimentado apenas com bolachas recheadas com morango e suco de caju”. Foi exatamente desta forma amistosa e sutil que o pessoal do Yahoo! me convenceu a fazer algo inédito em minha vida: assistir a um capítulo de uma edição do Big Brother Brasil.
Sim, desde a primeira edição deste troço eu dizia com orgulho típico dos grandes patriotas do passado – como Churchill, Eisenhower, Thomas Jefferson e Dario “Dadá Maravilha Peito de Aço” - que jamais havia parado para assistir a um minuto sequer deste reality show. Claro que eu sabia da existência de alguns de seus participantes, seja por intermédio de pessoas amigas que tentavam comentar comigo a respeito do que acontecia na tal casa, seja pelo fato de algumas figuras oriundas de lá terem tentado a carreira artística e se dado mal. Quem não se lembra do tal de Ban Ban, um sujeito que parecia ter um queijo gorgonzola no lugar do cérebro e que tentou emplacar como comediante e como cantor de “funk carioca”, falhando miseravelmente em ambas as tentativas? E do tal de “Alemão”, rapidamente aposentado depois de uma efêmera tentativa em se tornar repórter?
Pois bem, aceitando o “gentil convite” do Yahoo!, lá fui na última terça-feira sentar em meu confortável e aconchegante sofá, armado com uma garrafa de Jack Daniel’s, uma garrafa de Coca-Cola, um balde com gelo e uns petiscos saborosos para assistir finalmente a um capítulo deste troço.
Logo de cara, fiquei sabendo que era noite de “paredão”, ou seja, um dos meliantes... ahn... quero dizer, participantes... seria eliminado. Os dois candidatos colocados em votação eram um tal de Diogo – um brutamonte que posa de sensível, mas que precisa cortar um abacate para saber quantos caroços existem lá dentro - e um tal de Maurício, um autointitulado “músico” que, ao rir, parecia ter 649 dentes na boca. O eliminado foi o "Sr. sorriso”, que foi inexplicavelmente ovacionado pelos outros integrantes da casa e saudado como herói do lado de fora. Ué, o cara foi eliminado e tratado como vencedor e “rei da cocada preta”? Que raio de jogo é este?
Uma tal de Natália começou então a chorar depois que o “Sr. cheio de dentes” foi botado para fora. Ué, se é uma competição, por que esta menina ficou com cara de quem acabou de enterrar um parente? Fico sabendo que foi ela quem colocou o tal sujeito no “paredón”. Mas... E daí? O mais incrível é que ela caiu aos prantos quando uma tal de Paula disse que ela era “séria e fechada”. Pô, chorar por causa disto é o fim da picada. Se ela então recebesse as mensagens que alguns leitores costumam enviar aqui para o Yahoo! em relação a mim e aos meus textos, ela cortaria os pulsos com uma serra elétrica!
Agora, a cena mais patética deste verdadeiro antro de estupidez aconteceu quando o tal Diogo, que havia concorrido com o “Sr. boca aberta” no paredão, ficou tão emocionado que, além de chorar como um bebê sem a sua mamadeira, ficou ajoelhado no jardim e repetia “eu te amo, Mau Mau” como se fosse um mantra. Ora, ou isto foi uma tremenda declaração de amor gay ou uma inacreditável demonstração de cara de pau por parte do tal zé mané, em um evidente “jogo para a galera”, para que todos se sintam comovidos e solidários em sua tristeza de plástico. Patético!
Para piorar, foram mostrados os... ahn... “melhores momentos” dos capítulos anteriores, que se resumiram a uma inacreditável “Festa do Vampiro”, com todos os participantes vestidos como se estivessem em uma espécie de “festa gótica do ridículo”. Por incrível que pareça, nada aconteceu a não ser as “periguetes” fazendo jus aos seus papeis e os “zé manés” fingindo que não estavam nem aí até o momento em que a cachaça bateu na cabeça, quando então passaram a olhar as meninas com a ansiedade típica que a gente vê em atuns defumados.
Um capítulo à parte é o Pedro Bial, um sujeito evidentemente culto, mas que age no programa como se fosse uma espécie de animador de bingo de fundo de quintal. Fiquei impressionado como ele, mesmo nos momentos mais animados, mostra uma disfarçada ironia ao falar com os participantes e com o público, buscando esconder o evidente desejo de estar muito longe dali e, ao mesmo tempo, tendo a consciência de que está falando com idiotas, sejam aqueles que estão dentro da tela ou em suas casas.
Quando acabou o programa, a única coisa que consegui fazer foi repetir as clássicas palavras do Coronel Klutz, interpretado pelo genial Marlon Brando, no filme Apocalypse Now: “o horror... o horror... o horror...”. Tratei de beber e comer o que restou em cima da mesa, certo de que havia desperdiçado preciosos minutos de minha existência assistindo a um bando de mentecaptos se portando como se estivessem em uma colônia de férias cuja grande atração é um curso de “auto-ajuda do nada”, ministrado por um dos seres mais asquerosos do planeta – um tal de Boninho, um sujeito que dirige o programa e que se vangloria de jogar ovos do alto de sua luxuosa cobertura nas pessoas que passam na rua. Bem, o que se poderia esperar de um sujeito destes?
Por fim, antes de dormir, fiquei com uma pergunta martelando na cabeça: “por que as pessoas assistem a este troço?”
*Regis Tadeu normalmente é colunista de música do Yahoo!. Foi convidado para falar de BBB 11 e, acredite, aceitou. Leia as colunas dele aqui.
Sim, desde a primeira edição deste troço eu dizia com orgulho típico dos grandes patriotas do passado – como Churchill, Eisenhower, Thomas Jefferson e Dario “Dadá Maravilha Peito de Aço” - que jamais havia parado para assistir a um minuto sequer deste reality show. Claro que eu sabia da existência de alguns de seus participantes, seja por intermédio de pessoas amigas que tentavam comentar comigo a respeito do que acontecia na tal casa, seja pelo fato de algumas figuras oriundas de lá terem tentado a carreira artística e se dado mal. Quem não se lembra do tal de Ban Ban, um sujeito que parecia ter um queijo gorgonzola no lugar do cérebro e que tentou emplacar como comediante e como cantor de “funk carioca”, falhando miseravelmente em ambas as tentativas? E do tal de “Alemão”, rapidamente aposentado depois de uma efêmera tentativa em se tornar repórter?
Pois bem, aceitando o “gentil convite” do Yahoo!, lá fui na última terça-feira sentar em meu confortável e aconchegante sofá, armado com uma garrafa de Jack Daniel’s, uma garrafa de Coca-Cola, um balde com gelo e uns petiscos saborosos para assistir finalmente a um capítulo deste troço.
Logo de cara, fiquei sabendo que era noite de “paredão”, ou seja, um dos meliantes... ahn... quero dizer, participantes... seria eliminado. Os dois candidatos colocados em votação eram um tal de Diogo – um brutamonte que posa de sensível, mas que precisa cortar um abacate para saber quantos caroços existem lá dentro - e um tal de Maurício, um autointitulado “músico” que, ao rir, parecia ter 649 dentes na boca. O eliminado foi o "Sr. sorriso”, que foi inexplicavelmente ovacionado pelos outros integrantes da casa e saudado como herói do lado de fora. Ué, o cara foi eliminado e tratado como vencedor e “rei da cocada preta”? Que raio de jogo é este?
Uma tal de Natália começou então a chorar depois que o “Sr. cheio de dentes” foi botado para fora. Ué, se é uma competição, por que esta menina ficou com cara de quem acabou de enterrar um parente? Fico sabendo que foi ela quem colocou o tal sujeito no “paredón”. Mas... E daí? O mais incrível é que ela caiu aos prantos quando uma tal de Paula disse que ela era “séria e fechada”. Pô, chorar por causa disto é o fim da picada. Se ela então recebesse as mensagens que alguns leitores costumam enviar aqui para o Yahoo! em relação a mim e aos meus textos, ela cortaria os pulsos com uma serra elétrica!
Agora, a cena mais patética deste verdadeiro antro de estupidez aconteceu quando o tal Diogo, que havia concorrido com o “Sr. boca aberta” no paredão, ficou tão emocionado que, além de chorar como um bebê sem a sua mamadeira, ficou ajoelhado no jardim e repetia “eu te amo, Mau Mau” como se fosse um mantra. Ora, ou isto foi uma tremenda declaração de amor gay ou uma inacreditável demonstração de cara de pau por parte do tal zé mané, em um evidente “jogo para a galera”, para que todos se sintam comovidos e solidários em sua tristeza de plástico. Patético!
Para piorar, foram mostrados os... ahn... “melhores momentos” dos capítulos anteriores, que se resumiram a uma inacreditável “Festa do Vampiro”, com todos os participantes vestidos como se estivessem em uma espécie de “festa gótica do ridículo”. Por incrível que pareça, nada aconteceu a não ser as “periguetes” fazendo jus aos seus papeis e os “zé manés” fingindo que não estavam nem aí até o momento em que a cachaça bateu na cabeça, quando então passaram a olhar as meninas com a ansiedade típica que a gente vê em atuns defumados.
Um capítulo à parte é o Pedro Bial, um sujeito evidentemente culto, mas que age no programa como se fosse uma espécie de animador de bingo de fundo de quintal. Fiquei impressionado como ele, mesmo nos momentos mais animados, mostra uma disfarçada ironia ao falar com os participantes e com o público, buscando esconder o evidente desejo de estar muito longe dali e, ao mesmo tempo, tendo a consciência de que está falando com idiotas, sejam aqueles que estão dentro da tela ou em suas casas.
Quando acabou o programa, a única coisa que consegui fazer foi repetir as clássicas palavras do Coronel Klutz, interpretado pelo genial Marlon Brando, no filme Apocalypse Now: “o horror... o horror... o horror...”. Tratei de beber e comer o que restou em cima da mesa, certo de que havia desperdiçado preciosos minutos de minha existência assistindo a um bando de mentecaptos se portando como se estivessem em uma colônia de férias cuja grande atração é um curso de “auto-ajuda do nada”, ministrado por um dos seres mais asquerosos do planeta – um tal de Boninho, um sujeito que dirige o programa e que se vangloria de jogar ovos do alto de sua luxuosa cobertura nas pessoas que passam na rua. Bem, o que se poderia esperar de um sujeito destes?
Por fim, antes de dormir, fiquei com uma pergunta martelando na cabeça: “por que as pessoas assistem a este troço?”
*Regis Tadeu normalmente é colunista de música do Yahoo!. Foi convidado para falar de BBB 11 e, acredite, aceitou. Leia as colunas dele aqui.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Inglês de graça pela BBC
Inglês de graça pela BBC
BBC Languages
BBC Languages
O site da rede britânica BBC oferece um vasto acervo gratuito para quem quer aprender idiomas, incluindo cursos completos em vídeo de espanhol, francês e italiano, entre outros.
Na categoria inglês, que é a que nos interessa, tem uma série de recursos interessantes, incluindo a série Flatmates, que traz sempre um episódio em áudio, acompanhado de material impresso com destaque para o vocabulário da lição e um quizz rápido. A série já passou do episódio 200, portanto tem bastante material para praticar.
O site traz ainda lições de gramática – a série Grammar Challenge dá dicas em áudio de como usar as estruturas mais complicadas do idioma e Face Up to the Phrasals ensina a usar os traiçoeiros verbos preposicionais. Também há dicas de pronúncia e vocabulários à vontade. Divirta-se explorando todas as possibilidades.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/aprenda_ingles/
domingo, 23 de janeiro de 2011
Quem não arrisca, não petisca...
Boa dia pra você que curtiu demais este terceiro final de semana do ano de 2011 de forma mais divertida possível!
Começando pela sexta-feira...antes mesmo de jantar e ir rumo ao S Hall assistir à cia de comédia Os Melhores do Mundo..eis que recebo email com a confirmação de que fui um dos vencedores da promoção cultural do jornal OPOVO valendo par de cortesia pro show do Roupa Nova. Poxa, também sou filho de Deus e mereço dois dias seguidos de muito lazer =D
Pela foto acima postada pelo @WelderMM temos a exata noção do quão apaixonados por humor somos nós cearenses e o sucesso deste grupo teatral. Quatro mil espectadores presentes. A cia de comédia Os Melhores do Mundo é de Brasília e existe desde 1995. A peça apresentada desta vez foi SEXO - A COMÉDIA. Nome bem sugestivo para pensar que seria usada muita baixaria para fazer as piadas. Que nada!! Uma peça de altíssimo nível e de improvisos maravilhosos. Dignos de serem chamados literalmente pelo nome que leva a cia.
Assistir ao DVD ou até mesmo pela internet é legal..ri-se (tá certo isso?) do mesmo jeito. Mas nada como estar lá ao vivo e em cores na pressão de fazer o público rir e de não deixar "buracos" entre uma fala e outra. Os caras mexeram com a Zé Bastos, o Fortaleza na terceirona (5 min de aplausos sem exagero heheeh), com o 'nas garras da patrulha' e tantas outras referências que nos faz ficar mais fãs ainda, pois imagino o trabalho que dá ter de pesquisar e aprender as características da cidade para serem usadas na apresentação e quando isso ocorre nos sentimos mais próximos (poxa, os caras conhecem/já ouviram falar também de tal coisa). É contagiante!!
Depois de assistir Notícias Populares em 2007 ao vivo, Hermanoteu na Terra de Godah (em DVD) e agora SEXO - A COMÉDIA afirmo com todas as letras que, o preço que eles cobrarem, vale a pena. Não há nada melhor (quer dizer, até há) que tirar algumas horas da sua vida para dar boas risadas...
Eis que chega o sábado...
Logo após passar pela catraca do M Club uma espécie de comemoração é exalada. Senti-me um convidado VIP heheh (diz aí que até o Waldonys tava lá também..só que no camarote).
No palco do Roupa Nova, antes do início do show, troava música de verdade (entenda-se como anos 70 e 80) e outra opção era a batida da música eletrônica na boate. Uma grande vantagem que percebi sobre uma casa de show concorrente que se localiza na W Soares. Lá, jogam aos leões a abertura (que geralmente as pessoas não gostam/querem, pois pagam para ver a atração principal)
Meia-noite em ponto: Surge no telão imagem dos seis integrantes na época do início de carreira cantando "Sapato Velho" para em seguida subir ao palco e começar o show. Os caras tem uma energia contagiante, parecem estar na casa dos 30 anos.
"Dividiram" o palco virtualmente com os convidados do DVD comemorativo dos 30 anos de carreira. Sim, TRINTA ANOS, não são trinta semanas (como algumas bandas emos, nem trinta meses como outras bandas de emos). Muita coisa aconteceu de lá pra cá: O país voltou a ser democratico, o muro de Berlin caiu, o Botafogo foi campeão brasileiro, eu nasci, bixos sendo clonados, enfim..centenas de milhares de fatos e Nando, Feghali, Serginho, Cleberson, Kiko e Paulinho seguem firmes e fortes compondo cada música mais marcante que a outra. No encerramento do show mostraram para o público várias trilhas que até então a grande maioria não sabia que a eles pertenciam. Na hora do 'bis' tocaram várias músicas de artistas internacionais que marcaram/influenciaram suas musicalidades. Eu queria ser mais competente e descrever a importancia que o Roupa Nova tem sócio-culturalmente falando. Todo ser humano tem uma música deles que marcou ou ainda marca suas vidas. Suas músicas foram inspirações para pedidos de namoro/casamento, dezenas delas passam uma mensagem confortável de que só depende de nós para que possamos viver num mundo de felicidade e de PAZ!!
Venha, já é hora de acender a chama da vida E fazer a terra inteira feliz
É essa a mensagem dessa imortal banda de POP contemporêneo que compartilho com vocês.
É essa a mensagem dessa imortal banda de POP contemporêneo que compartilho com vocês.
Abraço e se cuidem!!
Marcadores:
Adriana Nunes,
Adriano Siri,
Comédia,
Companhia de Teatro,
Jovane Nunes,
Os Melhores do Mundo,
Ricardo Pipo,
Victor Leal,
Welder Rodrigues
domingo, 9 de janeiro de 2011
A volta dos que não foram
Bom dia para você que foi assistir a volta triunfal de uma das maiores bandas do poprock brasileiro!! Essa pausa que toda grande banda precisa fez muitíssimo bem ao Kid Abelha! O tempo só faz bem à Paula Toller (é como um maravilhoso vinho ;). Com sua linda voz, põe muita sensualidade na música e sua perfomance no palco é sensacional. George Israel faz mágica com o sax e Bruno Fortunato arrebenta nas guitarra e violão.
Turistas brasileiros e do mundo inteiro sentiram a famosa hospitalidade do fortalezense. Durante a apresentação da banda, quando chegou a vez do tecladista (que fez aniversário no dia do show) o público inteiro, com muito carinho, cantou "Parabéns pra você". Claro, o cara ficou honrado (comemorar aniversário em um grande show e um público enorme cantando para você..até eu fiquei emocionado hahahaha...). Eis que fico surpreso ao ver Fernando Aranha. Sim! O mesmo que estava no Engenheiros do Hawaii no último show desta banda em Fortaleza (justamente no Férias no Ceará 2008). Era um dos engenheiros no Acústico II (2006) e tambémn o show de dezembro de 2007. Paula Toller contou ao público: "Na guitarra e violão..ele..criado em São Paulo e no Rio..mas nasceu em Fortaleeeza (galera delirou!!) ééé..cearense... Fernando Aranha!!! (Sim..mais uma vez fiquei feliz, pois é sempre bom vermos cearenses dominando o mundo hahaha). O baterista e o baixista são gaúchos. Inclusive o primeiro, na música "Amanhã" detonou!! Se garantiu demais!! Paula Toller é um amor de pessoa (pelo menos no palco, pois não sou de fã-clube para conhecê-la mais a fundo). Ela conversou com o público, relembrando outros shows memoráveis como participações em Festival que ocorre em Outubro e mais antigos como Pão Music no Dragão do Mar.
Enfim, para quem não foi, eu digo mesmo em letras garrafais: "PERDEU!!! rsrs..
da esquerda para a direira: Tecladista, Fernando Aranha, Bruno Fortunato, Paula Toller, George Israel, Baixista e Baterista
Não me prolongarei muito ao comentar o show do Soul Pop. A mim não entusiasmou. Primeiro show que vi foi também uma abertura, daquela vez, para o Biquíni Cavadão em Canoa Quebrada em 07.2008. As mesmas músicas (tudo bem cantar músicas dos mais famosos, mas pelo menos muda o repertório..). Performance do vocalista é bizarra hahahah (vergonha alheia). Não tocam pop, rock, poprock, Hard Core (tão mais para Emo Core). O que eles tocam é simplesmeste Poluição Sonora!! É isso!!
Fiquem com Kid Abelha...
É isso aí!! A cada show que eu for..cá estarei expressando minha humilde opinião!
Até a próxima!!
Créditos:
youtube: edimarbento10
Foto: @KekaMendes
Turistas brasileiros e do mundo inteiro sentiram a famosa hospitalidade do fortalezense. Durante a apresentação da banda, quando chegou a vez do tecladista (que fez aniversário no dia do show) o público inteiro, com muito carinho, cantou "Parabéns pra você". Claro, o cara ficou honrado (comemorar aniversário em um grande show e um público enorme cantando para você..até eu fiquei emocionado hahahaha...). Eis que fico surpreso ao ver Fernando Aranha. Sim! O mesmo que estava no Engenheiros do Hawaii no último show desta banda em Fortaleza (justamente no Férias no Ceará 2008). Era um dos engenheiros no Acústico II (2006) e tambémn o show de dezembro de 2007. Paula Toller contou ao público: "Na guitarra e violão..ele..criado em São Paulo e no Rio..mas nasceu em Fortaleeeza (galera delirou!!) ééé..cearense... Fernando Aranha!!! (Sim..mais uma vez fiquei feliz, pois é sempre bom vermos cearenses dominando o mundo hahaha). O baterista e o baixista são gaúchos. Inclusive o primeiro, na música "Amanhã" detonou!! Se garantiu demais!! Paula Toller é um amor de pessoa (pelo menos no palco, pois não sou de fã-clube para conhecê-la mais a fundo). Ela conversou com o público, relembrando outros shows memoráveis como participações em Festival que ocorre em Outubro e mais antigos como Pão Music no Dragão do Mar.
Enfim, para quem não foi, eu digo mesmo em letras garrafais: "PERDEU!!! rsrs..
da esquerda para a direira: Tecladista, Fernando Aranha, Bruno Fortunato, Paula Toller, George Israel, Baixista e Baterista
Não me prolongarei muito ao comentar o show do Soul Pop. A mim não entusiasmou. Primeiro show que vi foi também uma abertura, daquela vez, para o Biquíni Cavadão em Canoa Quebrada em 07.2008. As mesmas músicas (tudo bem cantar músicas dos mais famosos, mas pelo menos muda o repertório..). Performance do vocalista é bizarra hahahah (vergonha alheia). Não tocam pop, rock, poprock, Hard Core (tão mais para Emo Core). O que eles tocam é simplesmeste Poluição Sonora!! É isso!!
Fiquem com Kid Abelha...
É isso aí!! A cada show que eu for..cá estarei expressando minha humilde opinião!
Até a próxima!!
Créditos:
youtube: edimarbento10
Foto: @KekaMendes
Assinar:
Postagens (Atom)


